DECLARAÇÃO DE FÉ

I - Das Escrituras

Acreditamos que a Bíblia foi escrita por homens inspirados, tendo Deus por seu verdadeiro autor. A Bíblia tem por objetivo a salvação dos homens e a sua verdade é plena. ( II Tm 3.16,17; Jo 10.35; Sl 119.111; II Tm 3.15; Rm 1.16; Pv 30.5 e Ap 22.18).

 

II - Do Verdadeiro Deus

Acreditamos que há um Deus vivo e verdadeiro, Criador e Senhor supremo dos céus e da terra. Cremos na Unidade Divina das três pessoas, o Pai, o Filho e o Espírito Santo, iguais na divindade, os quais executam ofícios distintos, todavia harmônicos. (Jo 4.24; Hb 3.4; Rm 1.20; Jr 10.10; Jo 15.26; I Co 12.4-6; I Co 2.10 e II Cor 13.13).

 

III - Do Espírito Santo

Acreditamos que o Espírito Santo é o Espírito de Deus. Ele inspirou homens da antigüidade para escrever as Escrituras e hoje capacita o homem moderno a compreender a verdade por meio do mesmo Espírito, o convencendo do pecado, da justiça e do juízo. Atrai homens ao Salvador e efetua regeneração, cultiva o caráter cristão e sela o cristão verdadeiro para o dia da redenção. (Gn 1.2; Jz 14.6; Is 61.1-3; Mt 3.16; Lc 1.35; Jo 16.7-14; At 13.2; I Cor 12.3-11 e Ef 1. 13,14).

IV - Da Queda do Homem

Acreditamos que o homem foi criado em santidade, sob a lei do seu Criador, mas caiu, por transgressão voluntária em conseqüência toda a humanidade tornou-se pecadora. (Gn 1.27,31; Ec 7.29; At 17.26; Gn 2.16; rm 5.12, 19; Jo 3.6 e Rm 3.9-18).

V - Do Meio da Salvação

Acreditamos que a salvação dos homens é inteiramente pela graça de Deus por mediação de Jesus, cuja morte realizou completa expiação dos nossos pecados, tendo ressuscitado glorioso dos mortos, estando agora entronizado nos céus. (Ef 2.5, 8, 9; I Jo 4.10; l 2.6,7,8; Gl 4.4,5; Mt 20.28; I Jo 4.10; I Co 15. 1-3; Hb 9.13-15 e Sl 89.19).

VI - Da Jusificação

Acreditamos que Cristo assegura aos que Nele crêem a Justificação, esta inclui o perdão dos pecados e a promessa da vida eterna, baseada nos princípios da justiça. A Justificação é conferida, não em consideração de quaisquer obras justas que tenhamos feito, mas, exclusivamente, pela fé no sangue do Redentor. ( At 13.39; Is 53.11; Tt 3.5,6; I Jo 2.25 e Rm 5.21).

 

VII - Da Gratuidade da Salvação

Acreditamos que as bênçãos da salvação pertencem gratuitamente a todos por meio do Evangelho, o qual as pessoas devem aceitar com fé.

(Is 55.1; Ap 22.17; Rm 16.26 e Mc 1.15).

 

 

VIII - Da Graça da Regeneração

Acreditamos que as pessoas para serem salvas precisam ser regeneradas, isto é, devem nascer de novo; sendo que a regeneração consiste na transformação de atitude na mente, e que isso se efetua pelo poder do Espírito Santo. (Jo 3.3; I Co 2.14; II Co 5.17; Ez 36.26; Rm 5.5; Tg 1.16-18).

 

 

IX - Do Arrependimento e da Fé

Acreditamos que o arrependimento e a Fé são deveres sagrados e também graças inseparáveis, originadas em nossas almas pelo Espírito de Deus. Essas graças nos convencem profundamente de nossa culpa e incapacidade, bem como do caminho a seguir, a salvação por Cristo.

(Mc 1.15; Ef 2.8; At 2.37; At 16.30,31; Tg 4.7-10 e Sl 51).

 

 

X - Do Propósito da Graça de Deus

Acreditamos que a Eleição (escolha), a qual está relacionada ao livre-arbítrio, é o propósito de Deus, que gratuitamente regenera, santifica e salva pecadores. A graça é a manifestação da soberana vontade de Deus que é infinitamente livre, sábia, santa e imutável; que exclui a vaidade e a arrogância e promove a humildade, o amor, a oração e o louvor. (II Tm 1.8,9; Ef 1.3-14; I Pe 1.1,2; Jo 15.16; I Jo 4.19; Êx 33.18; I Co 1.26,31; Rm 3.27; Cl 3.12 e II Ts 2.13).

 

 

XI - Da Santificação

Acreditamos que a Santificação é o processo pelo qual somos feitos participantes de Sua santidade, ou seja, separados para exclusiva glorificação do Deus Eterno. Além disso, é uma obra progressiva que se inicia na regeneração, e que é continuada nos corações dos cristãos.

(I Ts 4.3; Ef 1.4; Hb 6.1; II Pe 1.5-8; I Jo 2.29; Ef 1.13; I Pe 2.2 e II Pe 3.18).

 

 

XII - Da Perseverança dos Santos

Acreditamos que só os cristãos verdadeiros, aqueles que perseveram até o fim, são os que possuem uma ligação com Cristo. Essa perseverança é o sinal que distingue dos que professam superficialmente. (Jo 8.31; I Jo 2.27,28; Jo 6.66-69; Rm 8.28; Jr 32.40; Sl 19.11,12, Jd 24 e Hb 10.25).

 

 

XIII - Da Harmonia entre a Lei e o Evangelho

Acreditamos que a Lei de Deus é a regra eterna e imutável de seu governo moral; que é santa, justa e boa, e que a incapacidade atribuída pelas Escrituras ao homem decaído para cumprir os seus preceitos, deriva inteiramente do amor que ele tem pelo pecado. Dessa forma, um dos grandes objetivos do Evangelho e dos meios da graça relacionados com o estabelecimento da igreja, é o de libertar os homens do pecado.

(Rm 3.31; Mt 5.17; Rm 4.15; Rm 7.12; 7.7, 14, 22; Sl 19.7-11; Rm 8.2-4 e Rm 10.4).

XIV - Da Igreja Evangélica

Acreditamos que uma igreja visível de Cristo é uma congregação de cristãos batizados, em que seus únicos oficiais, segundo as Escrituras, são bispos ou pastores e diáconos. (I Co 1.1-13; I Co 4.17; At 2.41,42; Rm 16.17-20; I Tm 3; Tt 1 e At 6.1-7).

XV - Do Dia do Senhor

Acreditamos que o primeiro dia da semana é o Dia do Senhor e que deve ser consagrado a propósitos religiosos.

(At 20.7; Gn 2.3; Cl 2.16,17; Mc 2.27 e Sl 118.24).

XVI - Do Governo Civil

Acreditamos que o governo é de ordenação divina para os interesses e a boa ordem da sociedade humana, e que os magistrados devem ser objeto de nossas orações, bem como honrados, exceto, nas coisas que se opõem à Palavra de Deus. (Rm 13.1-7; Dt 18.18; I Tm 2.1-3; At 5.29 e Dn 3.15-18).

XVII - Dos Justos e dos Ímpios

Acreditamos que há uma diferença entre justos e os ímpios; que somente aqueles que pela fé são justificados em o nome do Senhor Jesus e santificados pelo Espírito de nosso Deus, são verdadeiramente justos à face de Deus, enquanto que todos aqueles que continuam na incredulidade são ímpios. (pv 12.26; Gn 18.23; At 10.34,35; Rm 7.6; I Jo 2.29; I Pe 4.17 e I Jo 5.19).

XVIII - Do Mundo Vindouro

Acreditamos que se aproxima o fim do mundo; que no último dia, Cristo descerá dos céus e levantará os mortos dos túmulos para recompensa final; que ocorrerá então uma solene separação, que os ímpios serão entregues à punição sem fim e os justos à bem-aventurança para sempre. (I Pe 4.7; Mt 25.31; II Pe 3.3-13; Ap 1.7; I Ts 4.13-17; I Ts 5.1-11; Dn 12.2; Jo 5.28,29; Ap 22.11; Jd 7; At 17.31).

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"Lâmpada para os meus pés é tua palavra,

e luz para o meu caminho. "

 

Salmos 119:105